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11 - AS FRAQUEZAS HUMANAS

   O homem, desde os primórdios, sempre buscou para si vantagens, facilidades, por isso deixou de lado, sempre que pôde, suas obrigações, seus deveres básicos. Esse costume se transformou em vício, um dos mais graves da natureza humana: o comodismo.

   Com o passar do tempo, esse vício criou regras, verdadeiras leis entre os encarnados.

   Uma delas foi a submissão da mulher, pelo homem. Pela sua estrutura natural mais delicada, mais humana, maternal, a mulher sob a pressão até mesmo de ordem física, aceitou resignada, a imposição do homem que, cada vez mais, transferia para si, seus deveres, suas obrigações.

   O povo latino, principalmente, sempre conferiu ao homem privilégios exclusivos, deixando a mulher de lado, sem essas vantagens, pelo contrário, assumindo diversas responsabilidades masculinas, como verdadeiro castigo. E essa tradição vem se repetindo há gerações, dando sempre a mulher um papel secundário, submisso.

   Desde o final do milênio passado, uma das transformações mais importantes em relação ao comportamento humano é, sem dúvida, a mudança radical do papel feminino nas diversas sociedades terrestres, desde as mais tradicionais e intransigentes, como as orientais, até a europeia e latino- americana.

   Nos últimos cinquenta anos, a mulher conseguiu conquistar seu merecido espaço, antes reservado apenas ao homem.

   É claro que essa conquista tem trazido alguns problemas, como o acúmulo de obrigações - profissionais e domésticas- para aquelas que tendo sido educadas para o casamento e os cuidados do lar, se viram “obrigadas” a exercer também, atividades profissionais para reforçar o orçamento doméstico.

   Essa nova atividade não a livrou da anterior, como dona de casa, esposa e mãe. Por outro lado se a mulher mostrou, nestes últimos anos, total competência em abraçar essas duas responsabilidades, o homem ainda não.

   Na maioria dos casos, ele sempre “espera” que a mulher realize tarefas que ele mesmo poderia cumprir, mas o senso de oportunismo e de comando ainda não o deixou.

   Nas gerações mais novas é a mulher que vem “impondo” a divisão das tarefas para o casal, assim com o correr dos anos e nas próximas gerações veremos maior equilíbrio entre as responsabilidades reservadas aos homens e às mulheres, resultando num novo conceito de estrutura familiar e as responsabilidades de cada um.

   Isso é o que podemos chamar de revolução dos costumes ou sob a luz dos espiritualistas: evolução espiritual do homem.

   Maria Stuart

   psicografado por Franco Zucca em 6 de maio de 1995.

 

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