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24 - VIVENDO EM PAZ E COM AMOR

   A humanidade terrestre está atravessando momentos difíceis, em todos os níveis: na saúde, nos recursos financeiros para sua sobrevivência, na falta de trabalho e na convivência com os seus entes mais próximos.

   As Correntes Espirituais que administram a Terra vem atuando de modo insistente para que os humanos procurem modificar seus pensamentos e ações, na busca incessante para a paz e o amor.

   Isso vem acontecendo de modo muito tímido, mas sabemos que o processo irá aumentar à medida que aqueles que convivem com essas criaturas percebam as mudanças ocasionadas em suas vidas e no seu modo de pensar e agir. E em pouco tempo teremos um número cada vez maior de irmãos voltados à espiritualidade.

   O quadro, aparentemente desastroso, é, na verdade, de transformação geral. Quando os noticiários divulgam cenas de desastres, guerras, assassinatos em massa e outros incidentes que nos deixam tristes e perplexos diante do comportamento desumano de muitos, o sentimento de revolta é o que primeiro nos vem à mente. Depois procuramos encontrar os culpados para o acontecido.

   Na verdade os  culpados somos todos nós, que há muito tempo deixamos de elevar nossos pensamentos a Deus, em todos os momentos de nossas vidas. Só lembramos Dele quando estamos em apuros, vivendo uma situação difícil. Mas Ele está sempre nos apoiando e enviando as vibrações mais elevadas para que, a mercê de termos o direito ao nosso livre arbítrio, recebermos a orientação precisa para seguirmos nosso caminho, enquanto encarnados, da melhor maneira possível, construindo em nossas mentes a semente que irá germinar no futuro, ainda que seja em outras vidas que viermos a viver, algo que realmente nos ofereça melhores condições para uma vida de muito amor e paz constante durante toda a nossa existência terrena.

   Hoje somos criaturas envolvidas em toda a ordem de problemas e sofrimentos, uns com mais, outros com menos. Não são apenas os menos privilegiados que têm problemas e sofrem, os mais ricos, os poderosos, também estão sujeitos a enfrentar problemas e muito sofrimento.

   Um exemplo prático desta afirmação é o que vem acontecendo nos quatro cantos do planeta nas últimas semanas, quando todos os países considerados “ricos”, de uma hora para outra passaram a enfrentar dificuldades financeiras as quais, num “efeito dominó” atingiu a todos, exigindo esforços gigantescos dos governos para não verem suas economias irem a “bancarrota” em alguns dias.

   Os países ricos estão sendo mais afetados, em parte devido ao acúmulo de dívidas com as quais se envolveram, esquecendo-se de que a queda de um elo da corrente iria derrubar todos os outros, causando um desastre de tamanho descomunal.

   E foi o que aconteceu e ainda está acontecendo. Na verdade, nenhum país atual está em condições de dimensionar o tamanho dos seus prejuízos, isso graças ao envolvimento da maioria dos países da Terra no desastroso processo da “globalização”.

   Aos poucos cada um deverá encontrar um caminho, ainda que doloroso, para se reequilibrar. Mas o processo será lento, podendo levar alguns anos para sua solução. E é ai que as Entidades Superiores “entram”, procurando orientar de modo correto e harmonioso, como deverão proceder para “equilibrarem” suas economias, base para o desenvolvimento do seu povo. E esse procedimento deverá incluir uma “mudança” de postura frente aos mais ricos, detentores desse poder econômico.

   A divisão mais justa entre ricos e pobres, algo que já vem sendo feito por muitos governantes, onde o trabalhador passou a receber uma participação sobre os lucros da empresa onde trabalha, como recompensa pela sua dedicação, colaborando para o seu crescimento, que é uma das medidas mais importantes a serem tomadas pelos governos envolvidos nessa crise atual.

   Mas há ainda um “cancro” que precisa ser extirpado com urgência, às “benesses” que muitos governantes oferecem sob o pomposo nome de “auxílio-desemprego”, “bolsa-família”, “bolsa-educação” e por ai vai.

   O ditado chinês de mais de cinco mil anos, cabe aqui como uma luva:

   “Não dê o peixe, ensine a criatura a pescar, assim o alimento nunca lhe faltará”.

   É claro que, em situações de “calamidade pública” o governo tem a obrigação de “socorrer” as criaturas atingidas, mas isso por algum tempo e não como uma obrigação mensal, anual, sistemática, permanente.

   Quanto a essa “obrigação” do governo em “auxiliar” os mais necessitados, a experiência sempre mostrou que é o caminho para as criaturas “encostarem” o corpo, esperando sempre a sua ajuda para solucionar seus problemas existenciais.

   Mas não é por ai, é necessário que todos trabalhem, produzam algo que justifique o seu viver diário.

   Está provado que o trabalho é uma benção que dignifica a criatura, eleva seu ego, traz alegria e paz ao seu coração.

    Irmão Roberto

   psicografado por Franco Zucca em 27 de novembro de 2008

 

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