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28 - RELATO ENVIADO POR UM ESPIRITUALISTA SOBRE COMO É VIVER NO PLANO ESPIRITUAL

Encontro-me em uma colônia espiritual procurando trabalhar com mais afinco, na tentativa de recuperar muito do tempo perdido enquanto estava ai na Terra.

Hoje estou mais consciente dos valores que o trabalho de cunho espiritual representa para nós enquanto estamos encarnados.

Esse trabalho não se resume apenas à psicografia, incorporação ou outras manifestações espirituais, mas também, e principalmente, no equilíbrio da mente, na paciência com as pessoas, o saber ouvir, algo muito difícil para o encarnado e acima de tudo estar sempre vigilante em relação ao que pensamos, falamos e fazemos.

Quando estava ai era sempre orientado espiritualmente sobre esses pontos, mas executá-los era outra questão e nem sempre agia de acordo. Agora, livre das vestes da carne, posso refletir melhor, com mais sensibilidade sobre essas e inúmeras outras questões, as quais não cumpria de acordo.

O viver no plano espiritual, pelo menos no nível em que me encontro hoje, é algo maravilhoso.

Todos os dias temos ao nosso redor as cores inebriantes do espaço que nos rodeia, o perfume das flores é um bálsamo que nos inspira de modo extraordinário. Há ainda o canto celestial dos pássaros e das criaturas ainda desconhecidas dos encarnados, verdadeiros anjos.

Trabalhamos muito, seja ao lado de nossos amigos e parentes de vidas passadas, seja viajando em socorro às criaturas que necessitam de um alento especial em hospitais, catástrofes, ou simples desenlace.

Esse atendimento sempre é feito de acordo com o merecimento de cada um.

Muitos são, a todo o momento, os irmãos espirituais presentes no plano material da Terra, ainda que poucos sejam os encarnados que “percebem” ou “veem” esses irmãos.

Nem todas as criaturas trazem consigo o dom do perdão, o respeito devido, a sabedoria de pedir desculpas diante de algum ato que possa magoar ou ofender o outro, procurando sempre cultivar a harmonia.

O ideal seria estarmos sempre vigilantes para não cometermos deslizes, mas é preciso lembrar que isso faz parte do nosso aprendizado espiritual, caso contrário não precisaríamos passar esses anos na Terra, limitados sob as vestes da carne e tendo de cumprir os desígnios do planeta quanto ao ar respirado, ao clima sentido, às necessidades físicas de rotina, os sacrifícios nos movimentos necessários para nossa locomoção, etc.

Aqui nada disso é obstáculo para nós, mas temos regras a serem cumpridas de outra maneira, relacionadas a outros aspectos de nossas vidas como espíritos.

Aqui também nossos pensamentos têm uma importância muito grande. Por exemplo, se pensamos em algo, imediatamente “nos transportamos” para ele, seja um local ou uma criatura. Desse modo é preciso exercitar o tempo todo o controle daquilo que pensamos.

E há ainda a interferência dos nossos entes queridos que se encontram encarnados, os quais ao pensarem em nós, falarem a nosso respeito, criticando ou elogiando, sentimos imediatamente. Se for um elogio “recebemos” como se fosse um orvalho colorido e perfumado sendo derramado sobre as nossas cabeças, mas se for uma lembrança negativa ou uma crítica, no mesmo momento nosso coração fica apertado e somos como que atraídos ao encontro da criatura.

É por esse motivo que “aprendemos a respeitar os mortos”, como diz o ditado popular. Esse respeitar tem um significado mais amplo: entender que aquele que nos deixou, seja pai, mãe, irmão, não importa, deve ser lembrado pelo que construiu de positivo, de útil e não pelos erros, por aquilo que possa ter causado algum mal a quem ficou.

É um exercício muito difícil, mas de um valor extraordinário para quem partiu, pois não morreu, apenas mudou de estado e de moradia.

Hoje estou mais vivo do que nunca, com todos os meus sentidos funcionando, aliás, meus sentidos ficaram bem mais sensíveis.

Nosso corpo espiritual adquire outra contextura, mas leve, mas com características semelhantes a que tínhamos ai na Terra.

Podemos escolher nossas vestes, de acordo com alguma das existências que tivemos no passado, entre elas a que mais tenha nos marcado positivamente.

Isso é algo meio difícil de explicar, o melhor mesmo é cada um aguardar o momento em que irá viver essa experiência, para poder compreender melhor a situação.

 Procure exercitar diariamente o pensamento positivo, e repita sempre a oração: “A cada momento, em tudo e por tudo vou cada vez melhor e nego todo o contrário”.

 Fiquem em paz.

 J. Brand

             psicografado por Franco Zucca

 

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